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Entrega de 500 cestas básicas

O Centro Espírita Jesus de Nazaré em parceria com a SEMAS - Secretaria Municipal de Assistência Social de Divinópolis, entregou 500 cestas básicas no dia 07/05/2022 para as famílias cadastradas no Centro. Nosso agradecimento a todos os voluntários da Assistência Social e a SEMAS. Clique no link abaixo para ver 500 cestas 07-05-2022    

2022-05-10T13:11:11+00:00maio 9th, 2022|Artigos|

DIANTE DO TEMPO

DIANTE DO TEMPO Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Justiça Divina. Lição nº 82. Página 191. Reunião pública de 15-12-1961. Estudos e Dissertações em Torno da Substância Religiosa de O Céu e o Inferno de Allan Kardec. 1ª Parte, cap. V, item 5. Contempla o mundo a que voltaste, através da reencarnação, para resgatar o passado e construir o futuro. Sol que brilha, nuvem que passa, vento que ondula, terra expectante, árvore erguida, fonte que corre, fruto que alimenta e flor que perfuma utilizam a riqueza das horas para servir. Aproveita, igualmente, os minutos, para fazeres o melhor. Perdeste nobres aspirações em desenganos esmagadores; no entanto, as esperanças renascem no coração dilacerado, à maneira de rosas sobre ruínas. Perdeste créditos valiosos na insolvência passageira que te aflige o caminho; todavia, o trabalho dar-te-á recursos multiplicados para conquistas novas. Perdeste felizes ocasiões de prosperidade e alegria, à vista da calúnia com que te ferem; mas, no culto da tolerância, removerás a maledicência, demandando níveis mais altos. Perdeste familiares queridos que te largaram à solidão; no entanto, recuperá-los-ás tão logo consigas saz onar os frutos do entendimento, na esfera da própria alma. Perdeste afetos sublimes na fronteira da morte; todavia, reaverás todos eles, um dia, quando te sentires de espírito libertado, nos planos da Grande Luz. Perdeste dons preciosos, na enfermidade que te flagela; mas, o próprio corpo físico é santuário que se refaz. Observa, contudo, o que fazes do tempo e vale-te dele para instalar bondade e compreensão, discernimento e equilíbrio, em ti mesmo, porque o dia que deixas passar, vazio e inútil, é, realmente, um tesouro perdido que não mais voltará.

2022-01-08T12:39:21+00:00janeiro 10th, 2022|Artigos|

PASSANDO PELA TERRA

PASSANDO PELA TERRA Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier Livro: Calma. Lição nº 02. Página 19. Sempre útil não te esqueceres de que te encontras em estágio educativo na Terra. Jornadeando nas trilhas da evolução, não é o tempo que passa por ti, mas, inversamente, és a criatura que passa pelo tempo. Conserva a esperança em teus apetrechos de viagem. Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes. Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição da qual todos nos vemos ainda muito distantes. Suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os espíritos ainda vinculados à Terra, não nos achamos isentos de imperfeições. Levanta os caídos e ampara os que tropecem. Não te lamentes. Habitua-te a facear dificuldades e problemas, de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores. Não te detenhas no passado, embora o passado deva ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência. Desculpa, sem condições, quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar, estrada afora, livre do mal. Auxilia aos outros, quanto estiver ao teu alcance, e repete semelhante benefício, tantas vezes quantas isso te for solicitado. Não te sirvam de estorvo ao trabalho evolutivo as calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela Terra, a caminho da Vida Maior. Louva, agradece, abençoa e serve sempre. E não nos esqueçamos de que as nossas realizações constituem a nossa própria bagagem, onde estivermos, e nem olvidemos que das parcelas de tudo aquilo que doamos ou fazemos na Terra, teremos a justa equação na Vida Espiritual.

2022-01-08T12:36:02+00:00janeiro 8th, 2022|Artigos|

CRÔNICA DO NATAL

CRÔNICA DO NATAL Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Antologia Mediúnica do Natal. Lição nº 47. Página 133. Desde a ascensão de Herodes, o Grande, que se fizera rei com o apoio dos romanos, não se falava na Palestina senão no Salvador que viria enfim... Mais forte que Moisés, mais sábio que Salomão, mais suave que David, chegaria em suntuoso carro de triunfo para estender sobre a Terra as Leis do Povo Escolhido. Por isso, judeus prestigiosos, descendentes das doze tribos, preparavam-lhe oferendas em várias nações do mundo. Velhas profecias eram lidas e comentadas, na Fenícia e na Síria, na Etiópia e no Egito. Dos confins do Mar Morto às terras de Abilena, tumultuavam notícias da suspirada reforma... E mãos hábeis preparavam com devotamento e carinho o advento do Redentor. Castiçais de ouro e prata eram burilados em Cesareia, tapetes primorosos eram tecidos em Damasco, vasos finos eram importados de Roma, perfumes raros eram trazidos de remotos rincões da Pérsia... Negociantes habituados à cobiça cediam verdadeiras fortunas ao Templo de Jerusalém, após ouvirem as predições dos sacerdotes, e filhos tostados do deserto vinham de longe trazer ao santuário da raça a contribuição espontânea com que desejavam formar nas homenagens ao Celeste Renovador. Tudo era febre de expectação e ansiedade. Palácios eram reconstruídos, pomares e vinhas surgiam cuidadosamente podados, touros e carneiros, cabras e pombos eram tratados com esmero para o regozijo esperado. Entretanto, o Emissário Divino desce ao mundo na sombra espessa da noite. Das torres e dos montes, hebreus inteligentes recolhem a grata notícia... Uma estrela estranha rutila no firmamento. O Enviado, porém, elege pequena manjedoura para seu berço de luz. Milícias angelicais rejubilam-se em pleno céu... Mas nem príncipes, nem doutores, nem sábios e nem poderosos da Terra lhe assistem

2021-12-24T00:57:03+00:00dezembro 24th, 2021|Artigos|

Bezerra de Menezes ganha nova biografia

Compartilho com você hoje a entrevista que o historiador Luciano Klein, presidente da Federação Espírita do Estado do Ceará, concedeu ao jornal Correio Fraterno para falar sobre a nova biografia que está lançando sobre Bezerra de Menezes. Foram mais de 30 anos de pesquisa sobre Bezerra e o conteúdo, reunindo documentos, fotos e informações inéditas, que estão em um lindo livro, capa dura, de quase 1.200 páginas: www.bit.ly/BezerraLucianoKlein Na entrevista você vai ficar sabendo os bastidores dessa pesquisa, o que Luciano descobriu e por que ele se interessou tanto pela história do dr. Bezerra. Certeza de que você vai gostar. Tudo o que a gente já sabe é muito pouco pra este homem que brilhou não apenas como “Médico dos Pobres”, mas como político, filósofo e jornalista: www.bit.ly/BezerraLucianoKlein Boa leitura e até a próxima, Izabel Vitusso Editora Correio Fraterno

2021-12-24T00:52:35+00:00dezembro 24th, 2021|Artigos|

NATAL

NATAL Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Segue-Me!... Lição nº 32. Página 99. “Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e Boa Vontade para com os homens”. (Lucas, 2:14.) As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer ação de reajuste violento. Glória a Deus no Universo Divino... Paz na Terra... Boa vontade para com os Homens... O Pai Supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir. Nem castigo ao rico avarento. Nem punição ao pobre desesperado. Nem desprezo aos fracos. Nem condenação aos pecadores. Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso. Nem anátema contra o gentio inconsciente. Derramava-se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa Vontade. A justiça do "olho por olho" e do "dente por dente" encontrara, enfim, O Amor disposto à sublime renúncia até à cruz. Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível... Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria. O algoz seria digno de piedade. O inimigo converter-se-ia em irmão transviado. O criminoso passaria à condição de doente. Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais sofreriam relegados ao abandono nos vales de imundície. Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento. Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre, veio até nós para que nos amemos uns aos outros. Natal!... Boa Nova!... Boa Vontade!... Estendamos a simpatia a todos e comecemos a viver realmente com Jesus,

2021-12-10T23:17:48+00:00dezembro 10th, 2021|Artigos|

DO MODO DE AUXILIAR

DO MODO DE AUXILIAR Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Seguindo Juntos. Lição nº 18. Página 74. Qualquer socorro, indiscutivelmente, nasce na fonte da caridade, merecendo gratidão e respeito; no entanto, em amparando a alguém com alguma coisa, não olvides o modo de dar para que a tua dádiva seja na Terra uma luz do Céu. Muita gente arremessa a bolsa ao semblante do irmão em prova, com tanta dureza de sentimento que, em lugar das flores da alegria, apenas lhe oferta ao coração as raízes envenenadas da angústia. Muitos estendem o pão ao faminto, revestindo-o de tantas reprimendas, que o alimento lhe alcança a boca com ressaibos de fel. E muitos, ainda, oferecem a palavra de fé e orientação, aos desesperados do caminho terrestre, com tantas anotações de escárnio que o prato do conselho edificante surge condimentado em vinagre de crítica, à maneira de manjar celeste misturado de lodo e lama. Analisa a intenção com que socorres para que a leviandade não te desfigures o gesto amigo. Considera a inflexão de tua voz para que teu verbo não se transforme em azorrague esfogueante. Observa a maneira que adotas no auxílio ao companheiro de luta, a fim de que a intolerância não te comande os movimentos, distribuindo humilhação e pesar, ao invés de esperança e consolação. Muitos dão... Raros, no entanto, sabem dar, porque para estender o culto do amor fraterno por sublime virtude, é imprescindível que a humildade nos ilumine por dentro, a fim de que a ausência do perdão e da paciência, do entendimento e da bondade não nos converta em censores de nossos próprios irmãos, sedentos de solidariedade e carinho. Não nos esqueçamos de que auxiliando aos outros como Jesus auxiliou - oferecendo ao mundo quanto possuía de si, sem cogitar de si

2021-10-30T00:46:20+00:00outubro 30th, 2021|Artigos|

Uma sessão com Herculano Pires e Jorge Rizzini

Você conhece a seção Foi Assim do Correio Fraterno? É um espaço reservado no jornal para que as pessoas contem suas experiências relacionadas ao espiritismo. Na atual edição comemorativa de número 500, publicamos uma história bem interessante, relatada em 1980 pelo escritor e médium Jorge Rizzini sobre uma sessão mediúnica realizada na casa de J. Herculano Pires. “Eu e ele, apenas. E manifestavam-se espíritos muito queridos, como Cornélio Pires (primo de Herculano), Guerra Junqueiro, Carmen Cinira”, conta Rizzini: www.bit.ly/HerculanoERizzini Em uma dessas sessões, apareceram os espíritos Pedro Granja e Carlos Imbassahy. Herculano logo se animou, querendo conversar com eles. Mas surgiu uma dificuldade para o médium Rizzini. Saiba o que aconteceu, como Herculano reagiu e o que, depois, descobriram: www.bit.ly/HerculanoERizzini

2021-10-30T00:40:39+00:00outubro 30th, 2021|Artigos|

“PORQUE AS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS.”

"PORQUE AS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS." (Uma reflexão profunda sobre os sentimentos de quem dá e de quem recebe.) "Quando eu participava de um grupo em uma casa espirita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade. A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro, feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta. Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca. No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja tudo igual.” Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada! Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”. Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”. Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade. Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera. O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência

2021-04-13T19:55:55+00:00abril 13th, 2021|Artigos|

SIRVAMOS EM PAZ

SIRVAMOS EM PAZ Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Palavras de Vida Eterna. Lição nº 146. Página 308.   "Não estejais inquietos por coisa alguma..." - Paulo. (Filipenses, 4:6.)   Quase que em toda a parte encontramos pessoas agoniadas, sem motivo, ou exaustas, sem razão aparente. Transitam nos consultórios médicos, recorrem a casas religiosas, suplicando prodígios, isolam-se na inutilidade, choram de tédio. Confessam desconhecer a causa dos males que as assoberbam; clamam, infundadamente, contra o meio em que vivem. É que, via de regra, ao invés de situarem a mente no caminho natural da evolução, atiram-na aos despenhadeiros da margem. Que a Terra hospeda multidões de companheiros endividados, tanto quanto nós mesmos, todos sabemos... A imprensa vulgar talha colunas e colunas dedicadas à tragédia, certas publicações cultivam o hábito de instilar a delinquência, conflitos explodem insuflando a rebeldia dessa ou daquela camada social, profetas do pessimismo adiantam escuras previsões... Isso tudo acontece, isso tudo é inevitável. Urge, no entanto, não dar, aos acontecimentos contrários à harmonia da vida, qualquer atenção, além da necessária. Basta empregar exageradamente a energia mental, num escândalo ou num crime, para entrar em relação com os agentes destrutivos que os provocaram. Ofereçamos ao repouso restaurativo ou à resistência ao mal mais tempo que o tempo indispensável e cairemos na preguiça ou na cólera que nos desgasta as forças. Se consumimos alimento deteriorado, rumamos para a doença; se repletamos o cérebro de preocupações descontroladas, inclinamo-nos, de imediato, ao desequilíbrio. Imunizando-nos contra semelhantes desajustes, exortou-nos o apóstolo Paulo: - "não estejais inquietos por coisa alguma", como a dizer-nos que compete a nós outros, os que elegemos Jesus por Mestre, a obrigação de andar no mundo, ainda conturbado e sofredor, sem gastar tempo e vida em questões supérfluas, prosseguindo, firmes, na estrada de entendimento e

2021-03-28T21:17:49+00:00abril 4th, 2021|Artigos|
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