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About Daniela Camaso

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“PORQUE AS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS.”

"PORQUE AS VEZES AS PESSOAS QUE AJUDAMOS, SENTEM RAIVA DE NÓS." (Uma reflexão profunda sobre os sentimentos de quem dá e de quem recebe.) "Quando eu participava de um grupo em uma casa espirita, todos os meses doávamos alimentos para compor cestas básicas que eram distribuídas às famílias carentes da comunidade. A cada mês, um grupo se encarregava de trazer arroz, outro, feijão, e assim por diante, a fim de que se compusesse a cesta. Em determinado mês, coube ao meu grupo trazer café. Nada poderia ser mais simples: um quilo de café, não importava a marca. No entanto, a coordenadora nos alertou: “Combinem entre vocês para trazerem apenas café em pó ou café solúvel. Porque as pessoas reclamam que receberam de um tipo e as outras de outro. Então, melhor que seja tudo igual.” Por muito tempo, refleti sobre isso. As famílias eram carentes, recebiam cestas de alimentos que com certeza supriam suas necessidades imediatas. Então por que reclamavam? Afinal, não pagavam nada! Um dia, me caiu nas mãos um livro, intitulado “Trapeiros de Emaús”. Contava a história de uma comunidade iniciada por um padre, para pessoas que eram o que chamaríamos de “Sem Teto”. Um trecho me chamou a atenção. O padre contava suas experiências em caridade. Quando menino, ele costumava acompanhar seu pai que todos os meses, doava um dia de seu tempo para atender pessoas carentes. O pai era médico, mas como já havia quem atendesse às pessoas nesse setor, ele se dedicava a cortar cabelos, profissão que também exercera. O menino percebia que embora seu pai executasse seu serviço de graça e com amor, as pessoas reclamavam muito. Exigiam tal ou tal corte e às vezes quando iam embora, xingavam o pai porque não haviam gostado do corte. Mas o pai tinha uma paciência

2021-04-13T19:55:55+00:00abril 13th, 2021|Artigos|

SIRVAMOS EM PAZ

SIRVAMOS EM PAZ Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Palavras de Vida Eterna. Lição nº 146. Página 308.   "Não estejais inquietos por coisa alguma..." - Paulo. (Filipenses, 4:6.)   Quase que em toda a parte encontramos pessoas agoniadas, sem motivo, ou exaustas, sem razão aparente. Transitam nos consultórios médicos, recorrem a casas religiosas, suplicando prodígios, isolam-se na inutilidade, choram de tédio. Confessam desconhecer a causa dos males que as assoberbam; clamam, infundadamente, contra o meio em que vivem. É que, via de regra, ao invés de situarem a mente no caminho natural da evolução, atiram-na aos despenhadeiros da margem. Que a Terra hospeda multidões de companheiros endividados, tanto quanto nós mesmos, todos sabemos... A imprensa vulgar talha colunas e colunas dedicadas à tragédia, certas publicações cultivam o hábito de instilar a delinquência, conflitos explodem insuflando a rebeldia dessa ou daquela camada social, profetas do pessimismo adiantam escuras previsões... Isso tudo acontece, isso tudo é inevitável. Urge, no entanto, não dar, aos acontecimentos contrários à harmonia da vida, qualquer atenção, além da necessária. Basta empregar exageradamente a energia mental, num escândalo ou num crime, para entrar em relação com os agentes destrutivos que os provocaram. Ofereçamos ao repouso restaurativo ou à resistência ao mal mais tempo que o tempo indispensável e cairemos na preguiça ou na cólera que nos desgasta as forças. Se consumimos alimento deteriorado, rumamos para a doença; se repletamos o cérebro de preocupações descontroladas, inclinamo-nos, de imediato, ao desequilíbrio. Imunizando-nos contra semelhantes desajustes, exortou-nos o apóstolo Paulo: - "não estejais inquietos por coisa alguma", como a dizer-nos que compete a nós outros, os que elegemos Jesus por Mestre, a obrigação de andar no mundo, ainda conturbado e sofredor, sem gastar tempo e vida em questões supérfluas, prosseguindo, firmes, na estrada de entendimento e

2021-03-28T21:17:49+00:00abril 4th, 2021|Artigos|

ESPERANÇA SEMPRE

ESPERANÇA SEMPRE Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Mãos Unidas. Lição nº 04. Página 21. Ninguém sem esperança... Ninguém sem Deus... Contempla o Céu, nos dias em que a sombra te invada o coração, e pensa na inalterabilidade do Amor Infinito que verte do Criador para todas as criaturas. O mesmo Sol que te aquece e nutre é aquele mesmo Sol que nutriu e aqueceu bilhões de criaturas, na Terra, no curso dos séculos incessantes. Quase todas as Estrelas que hoje se te descerram aos olhos são as mesmas que acompanharam os homens, na queda e no levantamento de civilizações numerosas. Reflete nisso e não te deixes arrasar pelas aflições transitórias que te visitam com fins regenerativos ou edificantes. É provável que tribulações diversas te sigam no encalço. Aguentas incompreensões e dificuldades em conta própria; toleras lutas e problemas que não criaste; carregas compromissos e constrangimentos, a fim de auxiliar aos entes queridos; ou erraste, talvez, e sofres as consequências das próprias culpas. Não importa, entretanto, o problema, embora sempre nos pesem as responsabilidades assumidas, quaisquer que sejam. Desliga-te, porém, de pessimismo e desânimo, recordando que a vida, - mesmo na vida que desfrutas, - em suas origens profundas, não é obra de tuas mãos. O poder que te dotou de movimento, que te desenvolveu as percepções, que te induziu ao impulso irresistível do amor e que te acendeu no pensamento à luz do raciocínio, guarda recursos suficientes para retificar-te, suplementar-te as energias, amparar-te na solução de quaisquer empresas difíceis ou reaver-te de qualquer precipício, onde hajas caído, em desfavor de ti mesmo. Esse mesmo poder da vida que regenera o verme contundido e reajusta as árvores podadas nunca te relegaria à sombra da indiferença. Entretanto, para que lhe assimiles o apoio plenamente, é imperioso te

2021-04-01T13:47:54+00:00abril 1st, 2021|Artigos|

PROCUREMOS MAIS LUZ

PROCUREMOS MAIS LUZ Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Tocando o Barco. Lição nº 03. Página 16. Amigos, A casa não se levanta sem alicerces. O rio não desliza sem leito. A árvore não se ergue sem raízes. O compositor não chegaria à obra-prima sem a iniciação do solfejo. O sábio não penetraria o templo da cultura sem, antes, acomodar-se com o impositivo do alfabeto. O médico não conseguiria curar sem apoiar-se no estudo e na experiência. O milagre, em qualquer circunstância, não é mais do que labor intenso de recapitulação, de sacrifício, de persistência e devoção no objetivo por atingir. Se adquires no mundo o comprimido para a dor de cabeça, se pagas o ingresso à casa de diversões, por que motivo haveríeis de obter a fé sem trabalho perseverante na compreensão da vida e no burilamento da personalidade? Nada existe sem preço. A Lei da retribuição funciona em todos os caminhos. Sementeira e colheita. Ação e reação. Temos o que buscamos. Atraímos, invariavelmente, o objeto de nossa procura. Se desejais direitos no Céu, não olvideis as obrigações na Terra. Se ao invés de aguardardes a passagem dos milênios no tempo, que tudo transforma e tudo amadurece, vos esforçardes, desde agora, na sublimação da própria alma, através da renunciação às sombras do egoísmo e da ignorância, do exclusivismo e da crueldade, mais depressa formareis o alto patrimônio de luz do merecimento próprio e entrareis, de imediato, na posse dos tesouros inalienáveis da Vida Imperecível.

2021-03-28T21:10:08+00:00março 28th, 2021|Artigos|

CHAMADOS e ESCOLHIDOS

CHAMADOS e ESCOLHIDOS Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Taça de Luz. Lição nº 25. Página 77. Psicografia em Reunião Pública, em 16.08.1954, no Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Estejamos convencidos de que ainda nos achamos à longa distância do convívio com os eleitos da glória celeste, entretanto, pelo chamamento da fé viva que hoje nos traz ao conhecimento superior, guardemos a certeza de que já somos os escolhidos: - para a regeneração de nós mesmos; - para o cultivo sistemático e intensivo do bem; - para o esquecimento de todas as faltas do próximo, de modo a recapitular com rigor as nossas próprias imperfeições redimindo-as; - para o perdão incondicional, em todas as circunstâncias da vida; - para a atividade infatigável na confraternização verdadeira; - para ensinar aos mais ignorantes que nós mesmos; - para suportar o sacrifício, no amparo aos que sofrem, ainda sem a força da fé renovadora que já nos robustece o espírito; - para servir, além de nossas próprias obrigações, sem direito à recompensa; - para compreender os nossos irmãos de jornada evolutiva, sem exigir que nos entendam; - para apagar as fogueiras do ódio e da incompreensão, ao preço de nossa própria renúncia. Lembremo-nos igualmente das coisas que nos ajudam: - O livro prestimoso... - A mesa sábia e humilde... - A água muda e calma... - A fronde refrescante... - O fruto valioso... - O leito doce amigo... - O ar que purifica... - A terra que sustenta... - A luz que aperfeiçoa... É imprescindível descerrar a visão para o tesouro celestial que nos enriquece as horas se realmente anelamos o contato com aqueles benfeitores que nos estendem as mãos de Mais Alto... Para isso, faze de teu lar o jardim sereno e

2021-03-16T22:42:30+00:00março 24th, 2021|Artigos|
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